Museu
Banners, encontros e páginas que viram lembranças
Seguir um pequeno banner podia levar a outro fã, um relato ou uma solução. O Museu preserva também essa navegação: o site como porto, os links como rotas e as páginas como marcas de passagem.

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A tripulação deixava uma marca
Livro de visitas, chat, fórum e email transformavam leitura em encontro. Visitantes enviavam correções, imagens e lembranças. O site continua com contribuições e projeções da tripulação, sem inventar vozes ou participantes ausentes do arquivo.
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Três datas para distinguir
O site nasceu em 11 de março de 1999. A entrada preservada das origens mostra 1º de fevereiro de 2008: contém mudanças posteriores, não uma foto imóvel da fundação. A edição de 2015 informa 28 de julho. Fundação, data da página e data da cópia são coisas distintas.

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Uma entrada sobrevive ao programa
A entrada também usava Flash. A restauração atual mantém gráficos e imagens e oferece links comuns para visitá-la. Páginas ausentes são indicadas, sem recriá-las como se tivessem sido encontradas. As capturas mostram a visualização atual do arquivo, não um navegador gravado em 1999.

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O passado continua sendo uma rota
Preservar permite ler diferenças e lacunas. Um serviço pode desaparecer, e um banner continuar lembrando uma relação. Arquivo e recursos atuais têm papéis distintos: visitar ontem e voltar ao site vivo sem apagar a viagem.
A CAMINHO PARA O CARIBE · DESDE 1999